25 de jun de 2013

hoffmann e poe

o clássico e excelente estudo de palmer cobb sobre as influências de hoffmann em edgar a. poe, disponível aqui.



e a mais do que plausibilíssima hipótese de que o título tales of the grotesque and arabesque tenha derivado do artigo de walter scott sobre hoffmann (1827):




(aliás, ambos parecem igual e sinistramente alucinados...)

24 de jun de 2013

russos no brasil (1900-1950), IX

Alexandre Fadeiev, 1901-1956

A derrota. Trad. Helio de Andrade (pseud. de Leôncio Basbaum). São Paulo: Urania, 1931.



Constantin Fedin, 1892-1977

As cidades e os anos. Trad. Humberto Schoenfeldt e Augusto de Sousa. São Paulo: Ipê, 1947.


O sanatório do doutor Klebe. Trad. Jorge Amado. Coleção “Ontem e Hoje”, vol. 13. São Paulo: Brasiliense, 1945. (Aliás, tradução de Jorge Amado como quem diz: na verdade, ele apenas "emprestava" seu nome para tornar as edições mais chamativas para o público leitor - veja aqui.)



Daniel Fibitch, ?

Os libertos. Trad. Zoran Ninitch. São Paulo: Unitas, 1934.



Nicolai Garin, 1852-1906

“A primavera da vida” in Três novelas russas. Trad. Lúcio Cardoso. Rio de Janeiro: A Noite, 1950. 


Fédor Gladkov, 1883-1958

Cimento. Trad. anôn. São Paulo: Unitas, 1933.



imagens de capa: arquivo de fotos de dainis karepovs, exceto as cidades e os anos (google images).

21 de jun de 2013

nobel no brasil

rodrigo conçole relembrou no facebook a listagem que o pessoal do excelente e extinto meia palavra tinha publicado, a qual felizmente se encontra abrigada, após a extinção do meia, no fórum valinor, aqui.

quanto às edições da delta, quem não lembra ou não conhece as graciosas capinhas brancas com ilustração de picasso? marcaram época! e havia excelentes traduções na coleção, algumas delas licenciadas das editoras que já as haviam publicado antes (talvez o que eu faça alguma hora é rastrear a data original da primeira edição dessas traduções e respectivas editoras).



Títulos publicados pela editora Delta nos anos 1960 (a partir de 1962), reeditados a partir de 1970 pela Opera Mundi (o asterisco indica tradução anterior ou mesma tradução publicada anteriormente):

1. Alfred Nobel - O homem e seus prêmios - livro de introdução – trad. Elias Davidovich
2. 1901 - Sully Prudhomme - Diário íntimo e pensamentos – trad. e notas de Mello Nóbrega
3. 1902 - Theodor Mommsen - História de Roma (excertos) – trad. Antônio Olinto
4. 1903 - Bjørnstjerne Bjørnson - Além das forças / Duas peças – trad. Guilherme Figueiredo
5. 1904 - Fredéric Mistral - Miréia – trad. Manuel Bandeira (1962)
6. 1904 - José Echegaray - Mancha que limpa e A morte nos lábios – trad. R. Magalhães Jr.
7. 1905 - Henryk Sienkiewicz - O faroleiro e outros contos – trad. Lúcia Benedetti
8. 1906 - Giosuè Carducci - Poesias escolhidas – trad. Jamil Almansur Haddad
9. 1907 - Rudyard Kipling - A luz que se apagou – trad. João Távora *
10. 1908 - Rudolf Eucken - O sentido e o valor da vida – trad. João Távora
11. 1909 - Selma Lagerlöf - De saga em saga – trad. Mário Teles
12. 1910 - Paul Heyse - Três novelas – trad. Herbert Caro
13. 1911 - Maurice Maeterlinck - O pássaro azul – trad. Carlos Drummond de Andrade
14. 1912 - Gerhart Hauptmann - O herege de Soana – trad. Augusto Meyer; e Michael Kramer - trad.                  Herbert Caro
15. 1913 - Rabindranath Tagore - Çaturanga – apresentação e trad. Cecília Meirelles
16. 1915 - Romain Rolland - Colas Breugnon – trad. Ivo Barroso
17. 1916 - Verner von Heidenstam - Os Carolinos: crônica de Carlos XII – trad. Rachel de Queiroz
18. 1917 - Karl Gjellerup - Minna – trad. Othon Moacyr Garcia
19. 1917 - Henrik Pontoppidan - O urso-polar e outras histórias – trad. Osman Lins
20. 1919 - Carl Spitteler - Prometeu e Epimeteu – trad. Manuel Bandeira
21. 1920 - Knut Hamsun - Fome – trad. Carlos Drummond de Andrade*
22. 1921 - Anatole France - O crime de Sylvestre Bonnard – trad. Álvaro Moreyra
23. 1922 - Jacinto Benavente - Os interesses criados / Rosas de outono – trad. R. Magalhães Jr.
24. 1923 - William Butler Yeats - Teatro – trad. Paulo Mendes Campos
25. 1924 - Wladyslaw Stanislaw Reymont - A lei do Cnute e outros contos – trad. Valdemar                                  Cavalcanti
26. 1925 - George Bernard Shaw - Santa Joana / Pigmalião – trad. Dinah Silveira de Queiroz, Miroel                  Silveira e Fausto Cunha*
27. 1926 - Grazia Deledda - Caniços ao vento – trad. Mario de Murtas
28. 1927 - Henri Bergson - A evolução criadora – trad. Adolfo Casais Monteiro
29. 1928 - Sigrid Undset - Primavera – trad. Juvenal Jacinto
30. 1929 - Thomas Mann - A morte em Veneza / Tristão / Gladius Dei – trad. Herbert Caro *
31. 1930 - Sinclair Lewis - Babbit – trad. Leonel Vallandro *
32. 1931 - Erik Axel Karlfeldt - Poesias – trad. Ivo Barroso
33. 1932 - John Galsworthy - O proprietário – trad. Rachel de Queiroz *
34. 1933 - Ivan Bunin - O amor de Mítia / O processo do tenente Ieláguin – trad. Boris Schnaiderman
35. 1934 - Luigi Pirandello - O finado Matias Pascal – trad. Helena Parente Cunha
36. 1936 - Eugene O'Neill - Quatro peças – trad. Luiz Drummond Navarro *
37. 1937 - Roger Martin du Gard - O drama de Jean Barois – trad. Vidal de Oliveira*
38. 1938 - Pearl S. Buck - A exilada – trad. Rachel de Queiroz *
39. 1939 - Frans Eemil Sillanpää - Santa miséria – trad. Bella Jozef
40. 1944 - Johannes Vilhelm Jensen - Histórias do Himmerland – trad. Guttorm Hanssen
41. 1945 - Gabriela Mistral - Poesias escolhidas – trad. Henriqueta Lisboa
42. 1946 - Hermann Hesse - Sidarta: um poema indiano - trad. Herbert Caro
43. 1947 - André Gide - O imoralista – trad. Theodomiro Tostes *
44. 1948 - T. S. Eliot - Crime na catedral / Quatro quartetos – trad. Maria da Saudade Cortesão e                          Oswaldino Marques
45. 1949 - William Faulkner - Paga de soldado – trad. Luiz Drummond Navarro
46. 1950 - Bertrand Russell - Ensaios céticos – trad. Wilson Velloso *
47. 1951 - Pär Lagerkvist - Barrabás – trad. Guttorm Hanssen *
48. 1952 - François Mauriac - O deserto do amor – trad. Rachel de Queiroz *
49. 1953 - Winston Churchill - Sangue suor e lágrimas vol. 1 – trad. Lya Cavalcanti *
50. 1953 - Winston Churchill - Sangue suor e lágrimas vol. 2 – trad. Lya Cavalcanti *
51. 1954 - Ernest Hemingway - Adeus às armas – trad. Monteiro Lobato *
52. 1955 - Halldór Laxness - A estação atômica – trad. Maria Jacintha
53. 1956 - Juan Ramón Jiménez - Platero e eu – trad. Athos Damasceno *
54. 1957 - Albert Camus - A peste – trad. Graciliano Ramos *
55. 1958 - Boris Pasternak - Ensaio de autobiografia – trad. Helena Parente Cunha
56. 1959 - Salvatore Quasimodo - Poesias escolhidas – trad. Sílvio Castro
57. 1960 - Saint-John Perse - Poesias - trad. Darcy Damasceno
58. 1961 - Ivo Andritch - O pátio maldito e outros contos – trad. Juvenal Jacinto
59. 1962 - John Steinbeck - Boêmios errantes – trad. Edison Carneiro
60. 1963 - Giorgos Seferis - Poemas – trad. Darcy Damasceno

Só pela Opera Mundi:
61. 1965 - Mikail Cholokov - Don silencioso vol. 1 – trad. Lígia Junqueira; parte poética Agnaldo                        Junqueira Filho *
62. 1965 - Mikail Cholokov - Don silencioso vol. 2 – trad. Lígia Junqueira; parte poética Agnaldo                        Junqueira Filho *
63. 1966 - Samuel Agnon - Noivado e outros contos – trad. Rachel de Queiroz
64. 1966 - Nelly Sachs - Poesias - trad. Paulo Quintela
65. 1967 - Miguel Ángel Asturias - O senhor presidente – trad. Antonieta Dias de Morais *
66. 1968 - Yasunari Kawabata - Nuvem de pássaros brancos – trad. Paulo Hecker Filho *
67. 1969 - Samuel Beckett - Malone Morre / Dias Felizes – trad. Roberto Ballalai
68. 1970 - Aleksandr Isaevic Solzenicyn - O pavilhão de cancerosos – trad. Áurea Weissenberg


russos no brasil (1900-1950), VIII

Cholokhov, Mikhail, 1905-1984 (Sholokhov)

O Don silencioso. Trad. Ligia Junqueira e Agnaldo Junqueira Filho. Rio de Janeiro: O Cruzeiro, 1945.

Terra e sangue. Trad. São Paulo: Flama, 1945.



 não encontrei imagem da edição de 1945. abaixo, a reedição de 1968, em 4 volumes,
depois que Cholokhov ganhou o Nobel em 1965, pela editora Dois Amigos:



acompanhe as postagens da pesquisa "russos no brasil (1900-1950)" aqui.

20 de jun de 2013

ministro em sentença de STF agora também cita nome do tradutor - ainda melhor porque parece ser por uma boa causa:

"Neste contexto, precisamente adverte o laureado economista indiano Amartya Sen que um grande número de ditadores no mundo tem conseguido gigantescas vitórias eleitorais, mesmo sem coerção evidente sobre o processo de votação, principalmente suprimindo a discussão pública e a liberdade de informação (SEN, Amartya. A ideia de justiça. Trad. Denise Bottman e Ricardo Doninelli Mendes. São Paulo: Companhia das Letras, 2011. p. 361), o que evidencia o liame indissociável entre a liberdade de expressão e a democracia."
http://www.conjur.com.br/dl/luiz-fux-libera-manifestacoes-minas.pdf

russos no brasil (1900-1950), VII




Lev Tolstói, 1828-1910 (Leo, Leon, Leão, Liev, Tolstoy)



Quanto a Tolstoi, já dediquei um post a traduções de sua obra no Brasil, em ordem cronológica, com respectivas imagens de capa (quando as localizei), desde c.1895 a 1959. Veja aqui. Então, abaixo arrolo em ordem alfabética:







“A carta extraviada” in Os colossos do conto da velha e da nova Rússia. Trad. Frederico dos Reys Coutinho. Rio de Janeiro: Mundo Latino, 1944 [Reed. como Os mais belos contos russos dos mais famosos autores, Primeira e Segunda Série. Rio de Janeiro: Vecchi, 1944-45].
A escravidão moderna. Trad. anôn. Coleção SIP, Vol. 50. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1937.
“A morte de Ivan Ilitch” in Os russos: antigos e modernos. Trad. Marques Rebelo. Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.
A morte de Ivan Ilitch e Amo e servidor. Trad. Gulnara Lobato de Morais. São Paulo: Saraiva, 1948.
A palavra de Jesus. Trad. anôn. Rio de Janeiro: H. Antunes, 1931.
A sonata a Kreutzer. Trad. anônima. Rio de Janeiro: J. Ribeiro dos Santos, 1905.
A sonata a Kreutzer. Trad. anônima. Rio de Janeiro: Empreza Romantica, 1909.
A sonata a Kreutzer. Trad. Amando Fontes. Coleção “Fogos Cruzados”. Rio de Janeiro: José Olympio, 1941.
A sonata a Kreutzer (romance). Trad. Vicente Vaz. Rio de Janeiro: Miniatura, 1948.
A sonata de Kreutzer. Trad. anônima. São Paulo: Teixeira, 1913.
A tortura da carne. Trad. anôn. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, c.1936.
A tortura da carne [De onde viria o castigo?]. Trad. anôn. São Paulo: A Bolsa do Livro, 1945.
A verdadeira vida. Trad. Rossini Tavares de Lima. Coleção “Os Grandes Pensadores”. Rio de Janeiro: Vecchi, 1947.
“Alexis – o pote” in Os russos: antigos e modernos. Trad. Joracy Camargo. Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.
Amo e creado. Trad. “A. F.”. Rio de Janeiro: João do Rio, 1926.
Ana Karênina. Trad. Lúcio Cardoso. Rio de Janeiro: José Olympio, 1943
Ana Karenina, “tradução revista por Marques Rebelo”. Rio de Janeiro: Pongetti, 1943.
Anna Karenine. Trad. anôn. São Paulo: Sociedade Impressora Paulista, 1930 [Companhia Editora Nacional, 1930].
Diários íntimos (com Sofia Tolstoi). Trad. Frederico dos Reys Coutinho. Rio de Janeiro: Vecchi, 1943.
Duas novelas: O príncipe Kassatsky e O diabo. Trad. Caio Jardim. Rio de Janeiro: Universitária, 1940
Guerra e paz. Trad. Gustavo Nonnenberg. Coleção “Biblioteca dos Séculos”. Porto Alegre: Globo, 1942.
Homens e escravos. Trad. Cira Neri. Coleção “As 100 Obras-Primas da Literatura Universal”. Rio de Janeiro: Pongetti, 1943.
“Ivan, o imbecil” in Três novelas russas. Trad. Lúcio Cardoso. Rio de Janeiro: A Noite, 1947.
Katia. Trad. Lêdo Ivo. Rio de Janeiro: Panamericana, c.1944.
Khadji-Murat. Trad. anôn. [Georges Selzoff e Allyrio M. Wanderley.] Coleção “Bibliotheca de Auctores Russos”. São Paulo: Cultura, 1931.
“Khadji-Murat” in Três novelas russas. “Tradução revista”. Coleção “Grandes Romances Universais”. São Paulo: W. M. Jackson, 1947 [trata-se da tradução de Selzoff/ Wanderley, Cultura, 1931].
Memórias (infância, adolescência e juventude). Trad. Rachel de Queiroz. Coleção “Memórias, Diários, Confissões”. Rio de Janeiro: José Olympio, 1944.
O canto do cysne. Trad. anôn. Coleção SIP, vol. 59. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1937.
O diabo branco (Khadji-Murat). Trad. António Sérgio. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1934.
O diabo branco, “tradução revista”. São Paulo: Publicações Brasil, c.1944 [trata-se da tradução de Selzoff/Wanderley, Cultura, 1931].
O diabo branco. Trad. Boris Solomonov [pseud. de Boris Schnaiderman]. Coleção “Os maiores êxitos da tela”. Rio de Janeiro: Vecchi, 1949.
O drama do padre Sérgio. Trad. anôn. São Paulo: Nosso Livro, c.1944.
O que eu penso da guerra. Trad. anôn. Rio de Janeiro: H. Antunes, 1909.
O quinhão da mulher, impressionante relato da própria heroína. Trad. João Cabral. Rio de Janeiro: Brasilica, 1940.
O trabalho (com Timoteo Bondareff). Trad. João Cabral. Rio de Janeiro: Marisa, 1934.
Os cossacos. Trad. Sérgio Azevedo. Rio de Janeiro: Livraria Marisa, 1931.
Os cossacos. Trad. anôn. São Paulo: Sociedade Impressora Paulista, 1932.
Os cossacos. Trad. Almir de Andrade. Coleção “Fogos Cruzados”. Rio de Janeiro: José Olympio, 1942.
Os cossacos. Trad. anôn. São Paulo: Clube do Livro, 1944.
Os martyres do dinheiro [Na floresta – novela (narrativa de um yunker) – 1854-1855]. Trad. anôn. Coleção SIP, vol. 56. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1937
“Os três staretzi” in Os russos: antigos e modernos. Trad. Alfredo Mesquita. Coleção “Contos do Mundo”. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.
Padre Sergio. Trad. anôn. [Georges Selzoff e Allyrio M. Wanderley.] Coleção “Bibliotheca de Auctores Russos”. São Paulo: Cultura, 1931.
Polikuchka. Trad. Henrique Cordeiro. Rio de Janeiro: Vitória, 1944.
Resurreição, romance celebre. Trad. Carlos Cintra. Rio de Janeiro: Americana, 1931 [Guanabara, 1935].
Ressurreição. Trad. anôn. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1936.
Ressurreição. Trad. Waldemar Cavalcanti. Coleção “Fogos Cruzados”. Rio de Janeiro: José Olympio, 1944.
Ressurreição, “tradução revista por Marina Salles Goulart de Andrade”. Rio de Janeiro: Cia. Brasil, s/d [anos 40].
Sebastopol. Trad. F. J. da Silva Ramos. Coleção “Excelsior”. São Paulo: Martins, 1944.
Senhor e servo. Trad. anôn. Coleção Azul. Rio de Janeiro: Aurora, c.1946.
Sonata de Kreutzer. Trad. anôn. São Paulo: Sociedade Impressora Paulista, c.1930.
Três novelas da Rússia, com “O violinista Alberto”, “Um animal como poucos” e “Romance inacabado”. Trad. anôn. São Paulo: Nosso Livro, 1944.

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russos no brasil (1900-1950), VI

Isaac Babel, 1894-1940

Cavalaria vermelha. Trad. Jorge Amado. Coleção “Ontem e Hoje”, vol. 16. São Paulo: Brasiliense, 1945. (Aliás, tradução de Jorge Amado como quem diz: na verdade, ele apenas "emprestava" seu nome para tornar as edições mais chamativas para o público leitor - veja aqui.)

Autoria:Babel, IsaacClique aqui para possivel enriquecimento obtido no Catálogo de Autoridades
Título:Cavalaria vermelha Issac Babel; trad. Jorge Amado. /
Imprenta:São Paulo : Brasiliense , 1945.
Descrição física:141 p.
Série:(Coleção Ontem e Hoje : 016)
Coleção:SC PD 
Número de Chamada:040448


Maria Konstantinova Bashkirtseva, 1858-1884 (Marie Bashkirtseff)

Diário. Trad. Gilda Marinho. Coleção “Nobel”. Porto Alegre Globo, 1943.




Ivan Bunin, 1870-1953

A noite. Trad. Zoran Ninitch. Rio de Janeiro: Calvino, 1934.
O amor de Mitia. Trad. Zoran Ninitch. Rio de Janeiro: Guanabara, 1934.
O senhor de São Francisco. Trad. Zoran Ninitch. Rio de Janeiro: Mundial, c.1934.


Autor:Bunin, Ivan Alexeievitch,clique aqui para ver as obras deste autor no Catálogo de Autoridades de Nomes 1870-1953.
Título / Barra de autoria:A noite.
Imprenta:Rio, Calvino Filho, 1934. 
Descrição física:202 p.
Notas:Registro Pré-MARC
Classificação Dewey:
Edição:
891.73
Indicação do Catálogo:891.73/B942n7 

Autor:Bunin, Ivan Aleksiecvich, 1870-1953.clique aqui para ver as obras deste autor no Catálogo de Autoridades de Nomes
Título / Barra de autoria:O amor de Mitia, romance.
Imprenta:Rio, Ed. Guanabara, 1934. 
Descrição física:191 p.
Notas:Registro Pré-MARC
Classificação Dewey:
Edição:
891.73
Indicação do Catálogo:891.73/B942am7 


O senhor de São Francisco acompanha este volume de Stefan Zweig

Interessante lembrar que Búnin acabava de receber o Nobel, em 1933. Só isso pode explicar o afã editorial (ou tradutório, pois note-se que as três traduções foram feitas por Zoran Ninitch, que aparentemente teve de fazer o circuito das editoras para tê-las publicadas) em torno dele no ano de 1934. Passado esse surto concentrado, apenas em 1964 é que se voltará a publicar Bunin no país, na Coleção Nobel da Delta.


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russos no brasil (1900-1950), V

Leonid Andréiev, 1871-1919 (Leonide, Leônidas, Andreev, Andreieff etc.)

Judas Iscariotes. Trad. anôn. [Georges Selzoff e Fúlvio Abramo (?)]. Coleção “Bibliotheca dos Auctores Russos”. São Paulo: Cultura, 1931.
Os sete enforcados. Trad. Georges Selzoff e Orígenes Lessa. Coleção “Bibliotheca dos Auctores Russos”. São Paulo: Cultura, 1931. Reed. in Os russos: antigos e modernos. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.
“Os sete enforcados” in 3 novelas russas. Trad. José de Barros Pinto. São Paulo: Flama, 1944.
A gargalhada vermelha. Trad. ? São Paulo: Assunção, c. 1945.
“Os sete enforcados” in Três novelas russas. “Tradução revista”. Coleção “Grandes Romances Universais”. São Paulo: W. M. Jackson, 1947 [trata-se da tradução de Selzoff/ Lessa, Cultura, 1931].







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russos no brasil (1900-1950), IV

Aleksandr Kúprin, 1870-1938 (Alexander, Kouprine)

Vera. Ignoro demais referências, 1931 (cit. in Diário Carioca, 7/7/31).

O duelo. Trad. Paulo Correa Lopes. Porto Alegre: Globo, 1933.
Yama (o bordel). Trad. Elias Davidovich. Rio de Janeiro: Guanabara, c.1935.
"A defesa do acusado". A Novela, n. 1, outubro de 1936. Porto Alegre: Globo, 1936.
A fossa. Trad. Boris Solomonov (pseud. de Boris Schnaiderman). Rio de Janeiro: Panamericana, 1944.



Autor:Kuprin, Aleksandr Ivanovich, 1870 - 1938.clique aqui para ver as obras deste autor no Catálogo de Autoridades de Nomes
Título / Barra de autoria:Yama (O bordel)
Imprenta:Rio, Editora Guanabara, [1935?] 
Descrição física:399 p.
Notas:Registro Pré-MARC
Entradas secundárias:Davieovich, Elias, 1908 - trad.clique aqui para ver as obras deste autor no Catálogo de Autoridades de Nomes 
Classificação Dewey:
Edição:
891.73 


as duas imagens acima foram extraídas de entrevista de boris schnaiderman a gutemberg de medeiros, aqui

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russos no brasil (1900-1950), III

Ivan Turguêniev, 1818-1883 (Ivã, Turgenev, Turgenov, Turguenev, Turguenieff etc.)

Águas da primavera. Trad. Brito Broca e Georges Selzoff. Coleção “Bibliotheca de Auctores Russos”. São Paulo: Cultura, 1932.
Ninho de fidalgos. Trad. Elsie Lessa e Georges Selzoff. Coleção “Bibliotheca de Auctores Russos”. São Paulo: Cultura, 1932.
Um búlgaro. Trad.? Rio de Janeiro: Universal, 1933.
Roudine. Trad. Elias Davidovich. Collecção “Benjamin Costallat”. Rio de Janeiro: Flores e Mano, 1932.
Ássia. Trad. São Paulo: Unitas, c.1934.
Paes e filhos. Trad. Ivan Emilianovich. São Paulo: Cultura Brasileira, 1935. (Reed. Martins, 1941.)
Pais e filhos. Trad. anôn. São Paulo: Clube do Livro, 1943 (provavelmente retomando alguma anterior).
Rudine. Trad. revista por Marques Rebelo. Rio de Janeiro: Pongetti, 1943 (provavelmente retomando a de Davidovich, 1932).
“Ássia”, in Contos russos. Trad. ? Coleção “Colete”, vol. 7. São Paulo: Bolsa do Livro, 1944.
Terra virgem. Trad. Jorge Moreira Nunes. Rio de Janeiro: Panamericana, 1944.
Fumaça. Trad. Jorge Moreira Nunes. Rio de Janeiro: Pongetti, 1945.
Primeiro Amor e Assia. Trad. Edy Maria Dutra da Costa. São Paulo: Assunção, 1946.
Sinaida. Trad. anôn. Coleção Azul. Rio: Aurora, c.1946.
Rudine. Trad. anôn. São Paulo: Clube do Livro, 1947 (provavelmente retomando alguma anterior).
O primeiro amor, O medo, Birouck. Trad. Brito Broca. São Paulo: José Olympio, 1949.









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russos no brasil (1900-1950), II

Alexei Tolstoi (1883-1945)

O soviet em Marte. Trad. anôn. Rio de Janeiro; Calvino, 1933.
Caminhos dos tormentos. Trad. anôn. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, ?
A cultura soviética. Trad. Paim Júnior. Rio de Janeiro: Vitória, 1945.
Pedro, o Grande. Trad. anôn. Coleção “Documentos Humanos”. Rio de Janeiro: Zelio Valverde, 1945.


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russos no brasil (1900-1950), I

Alia Rachmanova (pseudônimo de Galina Djuráguin), 1898-1991.

Estudantes, amor, Tscheka e morte. Trad. Felipa Muniz. Coleção “Nobel”. Porto Alegre: Globo, 1936.
A fábrica do novo homem. Trad. Felipa Muniz. Porto Alegre: Globo, 1937.
Diário duma exilada russa. Trad. Esther de Viveiros. Coleção “Nobel”. Porto Alegre: Globo, 1939.
Casamentos na tormenta vermelha. Trad. Felipa Muniz. Porto Alegre: Globo, 1940.





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