29 de jul de 2016

contos de fadas russos no brasil, 1900-1950


Sem autoria (contos tradicionais e folclóricos)



Os mais belos contos de fadas russos. Contém catorze contos: “Kotschei, o imortal”,
“Sadko, o mercador”, “O czar Saltan”, “O galo de ouro”, “Ruslan e Ludmila”, “Cirilo, o curtidor”, “A fada que sabia tudo”,
 “A princesa adormecida e os sete gigantes”, “A princesa serpente”,
“Como foram destruídos os Bogatirs na Santa Rússia” [todos estes em tradução de Galvão de Queiroz];
“O anel encantado”, “O gênio da estepe”, “Os dois filhos de Ivã, o soldado” e
“O camponês prevenido” [estes em tradução de Manuel R. da Silva].
1a. série. Rio de Janeiro: Vecchi, 1945.



Os mais belos contos de fadas russos. Contém dezoito contos: “O rei e a mação encantada” (DC),
“Um sonho difícil de explicar” (AF), “O ogro de Kiev” (PF), “O príncipe amigo dos animais” (DC),
“O forte gigante e o anão astuto” (DC), “O valente Tomás” (AF), “Joãozinho, o tolo” (AF),
“A princesa convertida em pato” (AF), “A pluma de Fenist, o falcão radiante” (AF),
“O protegido da rapôsa” (AF), “O alforje encantado” (AF), “O servo invisível” (n/c),
“A pedra, a espada e o cacête mágico” (DC), “Marcov, o rico, e Basílio, o infortunado” (AF),
“O camponês e a serpente” (DC), “A senhorita esperta” (AF) e “Verlioka, o gigante ruim” (AF).
As traduções são de Dulce Cordeiro, Alfredo Ferreira e Persiano da Fonseca,
assinalados por suas iniciais entre parênteses ao lado dos contos respectivos.
2ª. série. Rio de Janeiro: Vecchi, 1945. 

Devo o conteúdo dessa 2a. série à gentileza de Saulo von Randow Jr.


Ver Bibliografia russa traduzida no Brasil (1900-1950), aqui.


vinnitchenko, virta, zamiátin e zochtchenko


Vinnitchenko, Vladimir


“Ao sopro dos ventos, dos ventos furiosos”. In: Os russos: antigos e modernos. 
Tradução de Álvaro Moreyra. Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.



Virta, Nikolai E. (pseud. de Nikolai Karelsky)



Solidão. Tradução de Jorge Amado.
[Na verdade, Jorge Amado apenas emprestava seu nome para as traduções dessa coleção.]
Coleção Ontem e Hoje, vol. 9. São Paulo: Brasiliense, 1945.



Zamiátin, Euguêni (Eugênio)



“A caverna”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Lúcio Cardoso.
Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.



Zochtchenko, Mikhail (Zostchenko, Zóschenko)



“A maleta de lona”. In: Os mais belos contos burlescos, irônicos e sarcásticos, dos mais famosos autores. Tradução de Alfredo Ferreira. Rio de Janeiro: Vecchi, 1947.


No paraíso bolchevista (quadros da vida russa). Tradução de Roman Poznanski.
Rio de Janeiro: H. Antunes, 1929.


Ver Bibliografia russa traduzida no Brasil (1900-1950), aqui.



tzenski, uspenski, vassilevska e vieressaiev no brasil, 1900-1950


Tzenski, Serguei S. (Sergei)



“O homem que não podia ser morto”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores.
2ª. série. Tradução de Alfredo Ferreira. Rio de Janeiro: Vecchi, 1945.



Uspenski, Nicolau V.



“O mestre-escola de aldeia”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Marques Rebelo. Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.



Vassilevska, Vanda (Wanda, Wasilewska)



O arco-íris. Tradução de Esmaragdo Marroquim e Valdemar Cavalcanti.
Rio de Janeiro: O Cruzeiro, 1945.



Vieressaiev, V. (Veressaief, pseud. de Vikenti V. Smidovitch)



Beco sem sahida (novella russa). Tradução de Alexandre Wainstein e Galeão Coutinho.
São Paulo: Pax, 1931.


Ver Bibliografia russa traduzida no Brasil (1900-1950), aqui.



lev tolstói no brasil, 1900-1950


Tolstói, Lev (Leon, Leão, Liev, Tolstoy)




A escravidão moderna. Tradução anônima. Collecções Econômicas SIP, Vol. 50.
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1937.



“A morte de Ivan Ilitch”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Carlos Lacerda. Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.



A morte de Ivan Ilitch. Inclui Amo e servidor. Tradução de Gulnara Lobato de Morais.
São Paulo: Saraiva, 1948.


A palavra de Jesus. Tradução anônima. Rio de Janeiro: H. Antunes, 1931.


A sonata a Kreutzer. Tradução anônima. Rio de Janeiro: J. Ribeiro dos Santos, 1905.*


A sonata a Kreutzer. Tradução anônima. Rio de Janeiro: Empreza Romantica, 1909.*


A sonata a Kreutzer. Tradução de Amando Fontes. Coleção Fogos Cruzados.
Rio de Janeiro: José Olympio, 1941.


A sonata a Kreutzer (romance). Tradução de Vicente Vaz. Rio de Janeiro: Miniatura, 1948.


A sonata de Kreutzer. Tradução anônima. São Paulo: Teixeira, 1913.*

* Essas três edições da Sonata muito provavelmente seguem a tradução de Maria Benedicta Pinho, publicada pela Guimarães Editores de Portugal.



A tortura da carne. Tradução anônima. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, c.1936.


A tortura da carne/ De onde viria o castigo? Tradução anônima. Edições Colête.
São Paulo: A Bolsa do Livro, 1945.


A verdadeira vida. Tradução de Rossini Tavares de Lima. Coleção Os Grandes Pensadores.
Rio de Janeiro: Vecchi, 1947.



“Alexis – o ‘pote’”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Joracy Camargo.
Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.



Amo e creado. Tradução de “A. F.”. Rio de Janeiro: João do Rio, 1926.



Ana Karênina. Tradução de Lúcio Cardoso. Coleção Fogos Cruzados.
Rio de Janeiro: José Olympio, 1943.



Ana Karenina. Tradução revista por Marques Rebelo. Rio de Janeiro: Pongetti, 1943.


Ana Karênina. Tradução de Rui Lemos de Brito. Rio de Janeiro: Cia. Gráfica Lux, 1950.


Anna Karenine. Tradução anônima. São Paulo: Sociedade Impressora Paulista, 1930.
Reed. São Paulo: Nacional, 1930.



“As três palavras divinas”. In: As obras-primas do conto universal.
Tradução de Almiro R. Barbosa e Edgard Cavalheiro. Porto Alegre: Martins, 1943.



“De onde viria o castigo?”. In: Os colossos do conto da velha e da nova Rússia.
Tradução de José Dauster. Rio de Janeiro: Mundo Latino, 1944.



Diários íntimos (com Sofia Tolstoi). Tradução de Frederico dos Reys Coutinho.
Rio de Janeiro: Vecchi, 1943.


Duas novelas: O príncipe Kassatsky e O diabo. Tradução de Caio Jardim.
Rio de Janeiro: Universitária, 1940.



“Francisca”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores.
Tradução de Marina Salles Goulart de Andrade. Rio de Janeiro: Vecchi, 1944.



Guerra e paz. Tradução de Gustavo Nonnenberg. Coleção Biblioteca dos Séculos.
Porto Alegre: Globo, 1942.



Homens e escravos. Tradução de Cira Neri.
Coleção As 100 Obras-Primas da Literatura Universal. Rio de Janeiro: Pongetti, 1943.


“Ivan, o imbecil”. In: Três novelas russas. Tradução de Lúcio Cardoso.
Rio de Janeiro: A Noite, 1947.


Katia. Tradução de Lêdo Ivo. Rio de Janeiro: Panamericana, c.1944.



Khadji-Murat. Tradução anônima. [Georges Selzoff e Allyrio Meira Wanderley].
Bibliotheca de Auctores Russos. São Paulo: Cultura, 1931.



“Khadji-Murat”. In: Três novelas russas. “Tradução revista pelo departamento editorial”
[versão adulterada da tradução de Selzoff/ Wanderley, Cultura, 1931].
Coleção Grandes Romances Universais. São Paulo: W. M. Jackson, 1947.



Memórias (infância, adolescência e juventude). Tradução de Rachel de Queiroz.
Coleção Memórias, Diários, Confissões. Rio de Janeiro: José Olympio, 1944.


O canto do cysne. Tradução anônima. Collecções Econômicas SIP, vol. 59.
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1937.



O diabo branco (Khadji-Murat). Tradução de António Sérgio.
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1934.



O diabo branco. “Tradução revista”
[versão levemente adulterada da tradução de Selzoff/Wanderley, Cultura, 1931].
São Paulo: Publicações Brasil, c.1944.



O diabo branco. Tradução de Boris Solomonov [pseud. de Boris Schnaiderman].
Coleção Os maiores êxitos da tela. Rio de Janeiro: Vecchi, 1949.


O drama do padre Sérgio. Tradução anônima. São Paulo: Nosso Livro, c.1944.


O que eu penso da guerra. Tradução anônima. Rio de Janeiro: H. Antunes, 1909.


O quinhão da mulher, impressionante relato da própria heroína.
Tradução de João Cabral. Rio de Janeiro: Brasilica, 1940.


O trabalho (com Timoteo Bondareff). Tradução de João Cabral. Rio de Janeiro: Marisa, 1934.



Os cossacos. Tradução de Sérgio Azevedo. Rio de Janeiro: Livraria Marisa, 1931.


Os cossacos. Tradução anônima. São Paulo: Sociedade Impressora Paulista, 1932.
Reed. em Collecções Econômicas SIP, vol. 4. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1934.



Os cossacos. Tradução de Almir de Andrade. Coleção Fogos Cruzados.
Rio de Janeiro: José Olympio, 1942.



Os cossacos. Tradução anônima. São Paulo: Clube do Livro, 1944.



Os martyres do dinheiro [Na floresta – novela (narrativa de um yunker) – 1854-1855].
Tradução anônima. Collecções Econômicas SIP, vol. 56. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1937.


“Os três staretzi”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Alfredo Mesquita.
Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.



Padre Sergio. Tradução anônima. [Georges Selzoff e Allyrio Meira Wanderley].
Bibliotheca de Auctores Russos. São Paulo: Cultura, 1931.


Polikuchka. Tradução de Henrique Cordeiro. Rio de Janeiro: Vitória, 1944.


Resurreição, romance celebre. Tradução de Carlos Cintra. Collecção de Obras Celebres.
Rio de Janeiro: Americana, 1931. Reed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1935.


Ressurreição. Tradução anônima. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1936.



Ressurreição. Tradução de Waldemar Cavalcanti. Coleção Fogos Cruzados.
Rio de Janeiro: José Olympio, 1944.


Ressurreição. Tradução revista por Marina Salles Goulart de Andrade.
 Rio de Janeiro: Cia. Brasil, s/d [c. 1945].



Sebastopol. Tradução de F. J. da Silva Ramos. Coleção Excelsior, vol. 28.
São Paulo: Martins, 1944.


Senhor e servo. Tradução anônima. Coleção Azul. Rio de Janeiro: Aurora, c.1946.


Sonata de Kreutzer. Tradução anônima. São Paulo: Sociedade Impressora Paulista, c.1930.


Três novelas da Rússia. Contém: “O violinista Alberto”, “Um animal como poucos”
e “Romance inacabado”. Tradução anônima. São Paulo: Nosso Livro, 1944.



Ver Bibliografia russa traduzida no Brasil (1900-1950), aqui.


28 de jul de 2016

alexis tolstói no brasil, 1900-1950


Tolstói, Alexis (Alexei)



A cultura soviética. Tradução de Paim Júnior. Rio de Janeiro: Vitória, 1945.


O soviet em Marte. Tradução anônima. Rio de Janeiro: Calvino, 1933.



“Os vurdalaks”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores. 2ª. série.
Tradução de Alfredo Ferreira. Rio de Janeiro: Vecchi, 1945.



Pedro, o Grande. Coleção Documentos Humanos. Rio de Janeiro: Zélio Valverde, 1945.



“Um relato de Ivã Sudariev”. In: Os colossos do conto da velha e da nova Rússia.
Tradução de Manuel R. da Silva. Rio de Janeiro: Mundo Latino, 1944.


Ver Bibliografia russa traduzida no Brasil (1900-1950), aqui.


teffi, tieliechív, n. tikhonov e v. tikhonov no brasil, 1900-1950


Teffi, Nadezhda (Nadine, Teffy)



“Cartas de amor”. In: Contos soviéticos. Tradução de Luiz Alípio de Barros.
Rio de Janeiro: O Cruzeiro, 1944.



“Estratégia no vagão”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores. 2ª. série.
Tradução de J. da Cunha Borges. Rio de Janeiro: Vecchi, 1945.


“O faquir”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores.
Tradução de Frederico dos Reys Coutinho. Rio de Janeiro: Vecchi, 1944.



Tieliechóv, Nikolai (Nicolau, Telechov)


 “A miséria”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores. 2ª. série.
Tradução de Alfredo Ferreira. Rio de Janeiro: Vecchi, 1945.



“O duelo”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Wilson Velloso.
Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.



Tikhonov, Nikolai (Nicolau)


“O califa”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Clóvis Ramalhete.
Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.



“Um novo ser”. In: Os colossos do conto da velha e da nova Rússia.
Tradução de Manuel R. da Silva. Rio de Janeiro: Mundo Latino, 1944.



Tikhonov, Vladimir


“O lobo do mar”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Evandro Pequeno.
Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.


“Paciência”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Evandro Pequeno.
Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.


Ver Bibliografia russa traduzida no Brasil (1900-1950), aqui.


27 de jul de 2016

turguêniev no brasil, 1900-1950


Turguêniev, Ivan (Ivã, Turgenev, Turgenov, Turguenev, Turguenef, Turguenieff)


“A aventura do tenente Yergunov”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores.
2ª. série. Tradução de Galvão de Queiroz. Rio de Janeiro: Vecchi, 1945.



Águas da primavera. Tradução de Brito Broca e Georges Selzoff.
Bibliotheca de Auctores Russos. São Paulo: Cultura, 1932.


Ássia. Contém também Decadência. Tradução anônima.
Coleção Volga. São Paulo: Unitas, 1933.


“Ássia”. In: Contos russos. Tradução anônima. Edições Colête, vol. 7.
 São Paulo: A Bolsa do Livro, 1944.



“Biriuk”. In: Os mais belos contos russos dos mais famosos autores. 
Tradução de Manuel R. da Silva. Rio de Janeiro: Vecchi, 1944.



Fumaça. Tradução de Jorge Moreira Nunes. Coleção As 100 Obras-Primas da Literatura Universal.
Rio de Janeiro: Irmãos Pongetti, 1945.



Ninho de fidalgos. Tradução de Elsie Lessa e Georges Selzoff.
Bibliotheca de Auctores Russos. São Paulo: Cultura, 1932.



“O encontro”. In: Os russos: antigos e modernos. Tradução de Lauro Escorel.
Coleção Contos do Mundo. Rio de Janeiro: Leitura, 1944.



“O médico do distrito”. In: Os colossos do conto da velha e da nova Rússia. 
Tradução de Frederico dos Reys Coutinho. Rio de Janeiro: Mundo Latino, 1944.



O primeiro amor, O mêdo, Birouck. Tradução de Brito Broca.
Rio de Janeiro: José Olympio, 1949.



Paes e filhos. Tradução de Ivan Emilianovitch. São Paulo: Cultura Brasileira, 1935.
Reed. São Paulo: Martins, 1941. Reed. Pais e filhos. São Paulo: Clube do Livro, 1943.


Primeiro Amor e Assia. Tradução de Edy Maria Dutra da Costa. São Paulo: Assunção, 1946.


Roudine. Tradução de Elias Davidovich.
Collecção Benjamin Costallat. Rio de Janeiro: Flores e Mano, 1932.



Rudine. Tradução revista por Marques Rebelo. Rio de Janeiro: Irmãos Pongetti, 1943.
Provável retomada da tradução de E. Davidovich *1932).



Rudine. Tradução anônima. São Paulo: Clube do Livro, 1947.


Sinaida. Tradução anônima. Coleção Azul. Rio de Janeiro: Aurora, c.1946.



Terra virgem. Tradução de Jorge Moreira Nunes. Rio de Janeiro: Panamericana, 1944.


Um búlgaro – romance. Tradução anônima. Rio de Janeiro: Universal, 1933.

A título de curiosidade, vale notar que Um búlgaro, na tradução portuguesa de Lourenço Cayolla, foi uma das primeiras obras russas publicadas em livro no Brasil. Saiu em 1897 em nada menos que três editoras: pela Laemmert carioca e pelas pelotenses Echenique & Irmão (Livraria Universal) e Americana (de Carlos Pinto). Não me parece improvável que essa tradução anônima lançada pela Livraria Universal carioca em 1933 retome a mesma tradução de Cayolla.


Ver Bibliografia russa traduzida no Brasil (1900-1950), aqui.